Validador de ASN e prefixos

Digite um ASN e receba o relatório técnico da rede: o que está anunciado e onde é visto, RPKI, IRR, DNS reverso, IPv6, interconexão e registro, com as recomendações em ordem de prioridade.

Como funciona

O que está no ar

O RIPEstat diz quais prefixos o ASN anuncia, quantos peers do RIS veem cada um, desde quando e em que coletores do mundo, além dos vizinhos nos caminhos: upstreams, peers e downstreams. O PeeringDB traz os IXs, com o IX.br em destaque, e o que a rede declara.

O que está registrado

O IRR Explorer junta a tabela BGP, os objetos route das bases de IRR e as ROAs do RPKI. O RDAP do RIR dá o titular, as datas e o contato de abuso. O DNS do Google confere se cada zona reversa está delegada e para quais servidores.

O que o relatório compara

Origem no BGP contra ROAs e objetos route, max-length contra o tamanho anunciado (RFC 9319), AS-SET e número de prefixos do PeeringDB contra o IRR e o anunciado, IPv6 contra IPv4. Cada área ganha OK, Atenção ou Problema, e as recomendações saem em ordem de prioridade.

Perguntas frequentes

O que o relatório técnico do ASN mostra?

Um resumo com a situação de cada área (roteamento, RPKI, IRR, DNS reverso, IPv6, interconexão e contato) e as recomendações em ordem de prioridade, com o que fazer, onde e por quê. Depois vêm as seções com os dados: identificação, anúncio e alcance, interconexão, RPKI, IRR, DNS reverso, IPv6 e as fontes com data e hora. O PDF sai pronto para entregar.

O que significa um prefixo RPKI inválido?

Existe uma ROA para o bloco, mas ela não autoriza o ASN que está anunciando ou não permite um prefixo tão específico (max-length). Redes que filtram por RPKI descartam esse anúncio.

O que é max-length frouxo?

É uma ROA com max-length maior que o prefixo anunciado, sem os mais específicos no ar. A RFC 9319 recomenda max-length igual ao anunciado: com folga, um sequestro que anuncie um pedaço do bloco com a sua origem passa como válido.

Qual a diferença entre IRR e RPKI?

O IRR (TC, RADB, bases dos RIRs) guarda objetos route que as operadoras usam para montar filtros. O RPKI é assinado pelo dono do bloco e é validado direto nos roteadores. Para o IRR, basta um objeto coerente em qualquer base reconhecida; problema é faltar o objeto ou a origem não bater com o BGP.

De onde vêm os dados?

Do IRR Explorer (NLNOG), com a tabela BGP, os objetos route e as ROAs; do RIPEstat, com os prefixos anunciados, a visibilidade nos coletores RIS, os caminhos e os vizinhos; do PeeringDB, com o cadastro da rede e os IXs; do RDAP do RIR, com titular, datas e contato de abuso; e do DNS do Google, com a delegação do reverso. A consulta sai do seu navegador direto para esses serviços. Ficam de fora o Qrator Radar, que exige conta e chave de API (a chave ficaria exposta no navegador), e o bgp.he.net, o bgp.tools e a lista ASN-DROP do Spamhaus, que não aceitam consulta feita de outro site.

Dá para ver upstreams e IXs de um ASN?

Sim. Os upstreams vêm do RIPEstat, pela posição de cada ASN nos caminhos vistos pelo RIS, e do looking glass, com o ASN logo antes da origem em cada caminho e a frequência. Os IXs vêm do PeeringDB, com o IX.br e a localidade em destaque, a velocidade da porta e se a rede fala com o route server.

Com que frequência os dados são atualizados?

O IRR Explorer importa a tabela BGP e as ROAs algumas vezes por dia, e cada base de IRR no ritmo dela. O relatório mostra a data e a hora de cada fonte: uma mudança feita agora só aparece depois da próxima importação.

Outras ferramentas gratuitas

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